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ENDEREÇOS
- PAVILHÃO E
SEDE SOCIAL
Av. 1º de Maio - 3080-011
Figueira da Foz-
Portugal
SECRETARIA - 233 418765/6
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3080-891 FIGUEIRA DA FOZ
TEL - 233
103337 |
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HALTEROFILISMO
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Nada melhor para abrir esta página
do que apresentar a maior glória do Ginásio na modalidade.
PEDRO CARVALHO, 25 vezes Campeão
de Portugal (1978-2001), Campeão da Europa de Masters (Kolobrzeg – Polónia –
2004), Campeão do Mundo e tri-recordista mundial de Masters (Baden – Viena
– Áustria – 2004) |
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Ø
PARA MAIORES DE
14 ANOS
Ø
INSCRIÇÕES NA
SECRETARIA
(PAVILHÃO GALAMBA
MARQUES)
Ø
TREINOS: DIAS
ÚTEIS, DAS 18 ÀS 20 HORAS
NA SALA ADALBERTO
CARVALHO
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GÉNESE DO HALTEROFILISMO
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O halter figura no
nosso emblema desde a fundação, o que pressupõe ter o
levantamento de pesos constituído uma das actividades iniciais
do Clube, incluído nos Saraus de Ginástica.
Mas a Secção só
passou a existir de forma organizada em 1956, conforme descreve
o seu fundador, José Fernandes, no artigo “Génese do
Halterofilismo”.
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"Entre 1953/1954, entusiasmei-me pelo
levantamento de pesos com os irmãos Ataídes – o Zé e o Quim –, de
tradicional família ginasista, e o Gomes de Almeida – filho do dono do
jornal O Figueirense, influenciados pela leitura de revistas de culturismo,
O Zé Ataíde comprou uma boa quantidade de pesos, alguns dos quais é possível
que ainda se encontrem no Clube, e começámos a fazer levantamentos numa
dependência da casa dos manos Ataídes – na Rua da Fonte.
Mas como o barulho provocado com o bater
dos pesos no soalho era bastante incomodativo para os moradores do prédio,
resolveu-se pedir uma sala à Direcção do Ginásio, a qual nos foi cedida – a
penúltima do lado esquerdo de quem sobe as escadas. Lá nos instalamos e
adquirimos uns esticadores -luxo para essa altura.
Frequentávamos a sala depois da saída dos
nossos empregos, e os "cabedais" começaram a aparecer! Entretanto esta sala
era demasiado pequena para o movimento que já se
verificava e uma vez mais nos dirigimos à Direcção do Clube, agora a
solicitar para irmos para um canto do vasto salão do rés-do-chão.
E assim aconteceu (o Ginásio tem
uma queda especial para o lançamento de novas modalidades na cidade!).
Equipávamo-nos nuns balneários então existentes no salão e que mais tarde
tive conhecimento tinham sido demolidos., por novas exigências funcionais
do salão (muitas vezes nos encontramos com os basquetebolistas e jogadores
de ténis de mesa na hora de tomar banho).
Existia no salão, reminiscências
da prática de ginástica aplicada no clube, umas argolas, onde um rapaz de
aspecto franzino, de seu nome Talhadas Guerra, fazia, para se entreter,
alguns movimentos.
Consegui influenciar o Talhadas
Guerra a apanhar o gosto pelo "ferro". E foi tal o seu entusiasmo que viria
a ser figura cimeira no halterofilismo a nível nacional na sua época.
O fermento estava lançado. E foi
então que os meus companheiros de treino especialmente o Gomes de Almeida –
verificando as minhas marcas e do Talhadas Guerra, este mais tecnicista do
que eu, sugeriu a nossa ida a um Torneio organizado pelo Ateneu de Lisboa.
Estávamos em 1956.
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Lá fomos. E tivemos
comportamento meritório, regressando extasiados pelo material que nos foi
dado ver e utilizar (que diferença em comparação com o nosso!). No ano
seguinte – 1957 – já fomos disputar o Campeonato Nacional, que teve lugar
no Ginásio Clube Português.
Sucesso completo! Arrecadámos
dois títulos para o Ginásio. Estava lançado o halterofilismo no Clube, que
tantas glórias lhe tem trazido (é uma fábrica de campeões que não para!).
Mais tarde, em Angola, onde me
tinha radicado, vim a saber que o Talhadas Guerra tinha sido recordista
nacional na sua categoria, o que me encheu de orgulho.
Repare-se que quando fui
disputar o primeiro campeonato nacional já tinha 37 anos!
……………………………………………………………………………………
Ainda do Ginásio lembro-me do
então jovem Jesus (que, segundo informações, tem acompanhado até agora o
halterofilismo do Clube e que teve bastante influência na projecção
alcançada pelo Ginásio nesta disciplina) entre outros, cujos nomes de
momento não me ocorre, que apanharam o "bichinho" do "ferro".
Seja-me permitido fazer um apelo
à juventude da minha terra: não tenham medo desta modalidade, pois pode ser
praticada até muito tarde; por mim falo, pois tenho 70 anos de idade e ainda
pratico pesos leves, e assim me consigo manter em forma."
Vai d’Arrinca, nº3 (IV série), Novembro 1989
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Em 1957, José Fernandes
conquista o primeiro título nacional (Pesados ligeiros) e Talhadas Guerra,
que viria a ser o seu sucessor, obtém o 2º lugar na categoria de mínimos.
Na mesma categoria, Talhadas
Guerra é campeão de Portugal em 1958 e 59, neste ano com dois recordes
nacionais.
No ano seguinte (1960)
classifica-se em 2º, seguindo-se um tempo de inactividade até 1963, devido à
sua ausência para cumprir serviço militar.
A Secção volta a funcionar em
Abril de 1963, no Posto Náutico, e Talhadas Guerra regressa aos títulos
nacionais em 1964, nos campeonatos realizados em Lisboa, na sede do Ginásio
Clube Português.
Novo título em 1965, ano em que,
no mês de Maio, a Secção volta à Sede da Rua dos Combatentes.
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UMA ENTREVISTA DE TALHADAS GUERRA
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EU ERA
RAQUITICO ! DEVO AO HALTEROFILISMO O QUE A NATUREZA ME NEGOU…
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- Quando principiou a sua carreira?
- Em 1956. Vim aprender com José Fernandes, um ginasista que desde há
muito
tempo se vinha a entregar à
modalidade com toda a devoção. Vive, agora, no
Ultramar.
- Muitos praticantes?
- Sim, alguns. Mas cedo desistiram É um desporto que exige a entrega
total de nós
mesmos, sem condições.
- Ficaram então os dois?
- Mais ninguém. Mas, caso curioso, eu fiquei não tanto por paixão pela
modalidade
mas, sobretudo, por necessidade
imperiosa, por sentir que poderia melhorar a
minha deficiente condição física.
- Mas, porquê? Você era fisicamente diminuído?
- No mais elevado grau. Eu era raquítico! Devo ao halterofilismo o que a
natureza
me negou!...
- Quer dizer: Aquilo que hoje é, um campeão de força e de saúde, deve-o,
unicamente, aos pesos e halteres?
- Sem dúvida. É a este desporto que se deve a recuperação de um homem.
PARECÍAMOS PAI E FILHO.
FATOS DE TREINO DE FLANELA BRANCA, LEMBRAVAM FANTASMAS EM NOITE DE
TROVÕES.
- Foi em Lisboa, no segundo campeonato em que intervim Ia acompanhado
José
Fernandes, o outro halterofilista do
Ginásio de que já lhe falei. Todos os
adversários iam primorosamente
equipados. Nós os dois, eu, mínimo, ele,
pesado, parecíamos pai e filho.
Tínhamos a aparência duma família pobre. Fatos
de treino de flanela branca
lembravam fantasmas em noite de trovões … Os
halterofilistas, como deve saber,
usam cintos especiais. Eu, nem sabia o que era
isso. O Zé Fernandes, então, levava
um cinto comprado à pressa no mercado cá
da terra… Em vez de botas eu levava
sapatilhas, o Zé utilizou os próprios sapatos
que levara para Lisboa. Das
camisolas, nem falar… Eram de basquetebol e
tinham uns grandes algarismos na
frente, com outros, muito pequeninos, na parte
de trás. Não lhe digo nada! Foi uma
chacota!... Mas tudo deixou de rir quando
batemos os bem equipadinhos por
larga margem e abalámos para a Figueira
com os títulos nacionais…Bons
tempos!...
ENTREVISTA DE JOSÉ MARTINS – VAI D’ARRINCA !... Nº. 17 -
Abril / Junho 1965
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Os Campeonatos
Nacionais de 1966 tiveram lugar na Sede do Ginásio, e Talhadas Guerra, além
de vencer a sua categoria, sagrou-se Campeão absoluto.
Nesta edição participa pela primeira vez
Adalberto Carvalho, que não obstante iniciado pouco antes na modalidade, em
Janeiro desse ano, obtém a 2ª posição na categoria de levíssimos.
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Nesta foto, com Talhadas Guerra no pódio,
vêem-se, da esquerda para a direita, Dr. Melo Costa, Sousa Cardoso e Severo
Biscaia
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No mesmo ano, Talhadas Guerra
conquista pela segunda vez (a primeira foi em 1965) o Troféu do Comité
Olímpico e, integrado na Selecção da capital, vence a sua categoria no
encontro Sevilha - Lisboa.
É também o ano em que a Secção
organiza o 1º Torneio Popular de Levantamentos Culturistas.
1967 marca o primeiro titulo
nacional de Adalberto Carvalho ( Iniciados – Leves).
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Adalberto Carvalho |
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Talhadas Guerra está ausente dos
Campeonatos, mas volta em 1968, novamente na Figueira, para se sagrar
Campeão Nacional da sua categoria, bater mais uma vez dois recordes
nacionais e ser pré – seleccionado para os Jogos Olímpicos.
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Em 1969 regista-se o oitavo e
último titulo de Talhadas Guerra, também seleccionado para o Portugal –
Espanha, e Adalberto Carvalho volta a ganhar em Iniciados – Leves.
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Neste ano concluem-se as novas
instalações para treinos, nas traseiras do edifício da Rua dos Combatentes,
as quais vão servir até 1987, ano em que são substituídas, ainda no mesmo
local, pelo espaço do tanque – piscina, entretanto aterrado, onde a
modalidade se praticou até à inauguração do Pavilhão Galamba Marques, em
Julho de 1992.
Após uma fase em que a Secção
esteve reduzida a “actividades de manutenção e valorização física” (Nota de
1973), inicia-se em 1978 a imparável ascensão de Pedro Carvalho, campeão
nacional júnior nesse ano, dando inicio a um período de ouro da modalidade,
no qual se sucederam os títulos nacionais, os records e as participações
internacionais de bom nível.
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CAMPEÕES DE
PORTUGAL (1978-2001)
1978 – Juniores – Pedro
Carvalho;
1980 – Absoluto – Pedro
Carvalho;
1981 – Absoluto – Pedro
Carvalho;
1982 – Seniores – Pedro
Carvalho;
1985 – Juvenis e Juniores –
Jorge Santos;
1986 – Seniores – Pedro
Carvalho;
1988 – Seniores – Pedro
Carvalho;
- Juniores –
Daniel Duarte, Joaquim Ferreira, Jorge Santos;
- Juvenis - Nuno
Alves;
1989 – Seniores e Absoluto –
Pedro Carvalho
-
Juniores e Juvenis – Nuno Alves;
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Nuno Alves
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1990 – Juniores – Carlos
Lemos;
- Feminino –
Susana Cláudia Sousa;
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Susana
Sousa, a Primeira Campeã Nacional |
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1991 – Seniores e Absoluto – Pedro Carvalho;
- Absoluto – Nuno Alves;
- Juvenis – Bruno Carvalho;
1992 – Absoluto – Pedro Carvalho;
- Absoluto – Nuno Alves;
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Bruno Carvalho - 1992 |
1993 – Absoluto – Bruno Carvalho;
- Juniores Fem. – Ana Pereira;
- Juniores Fem. – Sónia Grácio;
- Juvenis – Mauro Correia;
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Mauro Correia |
Da esq. para a dir. – Ana Santos,
Adalberto Carvalho (treinador), Lara Atalaya
e Cristina Boaventura |
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1994 – Seniores – Jorge Santos;
- Seniores – Pedro Carvalho;
- Juniores – Bruno Carvalho;
- Juniores Fem. – Cristina Boaventura;
- Juniores Fem. – Lara Atalaya;
- Juvenis – Nuno Lemos (record nacional);
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Nuno
Lemos
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1995 – Seniores e Absoluto – Pedro Carvalho (record nacional);
- Absoluto – Jorge Santos
- Juvenis – Krispesh Lalá;
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Em 1995, no 1º Centenário do
Ginásio foi dado o nome de Adalberto Carvalho à Sala de Halterofilismo do
Pavilhão, vendo-se na foto o homenageado a descerrar a respectiva placa.
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A Sala Adalberto Carvalho
em dia de competições - 1996
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1996 – Absoluto – Pedro Carvalho;
- Juniores – Nuno Lemos;
- Juvenis – Jorge Ramos;
- Juvenis Fem. – Sandra Fernandes;
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Nuno
Lemos e Jorge Ramos
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1997 – Absoluto – Pedro Carvalho;
- Seniores – Cláudio Simões;
- Juniores – Nuno Lemos;
- Juvenis – Jorge Ramos;
1998 – Seniores e Absoluto – Pedro Carvalho;
- Juniores Fem. – Olga Cação;
1999 – Absoluto – Pedro Carvalho
- Seniores – Cláudio Simões;
- Juniores – Jorge Ramos;
- Juniores Fem. – Sandra Monteiro;
- Equipas Seniores
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Cláudio Simões |
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Jorge
Ramos e Sandra Monteiro |
2000 – Seniores e Absoluto – Pedro Carvalho;
- Juvenis – Nuno Carvalho;
- Juvenis – Nuno Carvalho;
- Juvenis Fem. – Rute Piedade;
- Juvenis Fem. – Tânia Santos;
- Equipas Fem. – Catarina Mota; Ana Esteves; Rute
Piedade; Tânia Santos;
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No Pavilhão do Luso no Barreiro – da esq. para a dir.:
Prof. Fonseca Antunes, Tânia Santos, Rute Piedade, Bruno Martins, Nuno
Carvalho e Adalberto Carvalho (treinador)
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2001 – Seniores e Absoluto – Pedro Carvalho;
- Juvenis – Nuno Carvalho;
- Juvenis – Tiago Costa;
- Juvenis – Fábio Fernandes;
- Juvenis Fem. – Ana Esteves;
- Equipas Masc.
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NOTA: Quando, num determinado
ano, se relacionam mais de um título no mesmo escalão etário, ou absoluto,
significa que foram obtidos em categorias (pesos corporais) distintos.
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De 2002 a 2006 não se realizaram Campeonatos Nacionais, em virtude da
situação de inactividade da Federação, à qual foi retirado o regime de
“utilidade pública”, pelo Instituto do Desporto.
O Ginásio não esteve inactivo, promovendo o intercâmbio com a Galiza e
Astúrias e participando nos Torneios da Comissão Nacional de Masters.
Só em 2007, em grande parte devido aos esforços do Ginásio e do seu
dirigente histórico, Adalberto Carvalho, foi possível reactivar a Federação,
voltando a realizar-se Campeonatos.
Em Junho, na Baixa da Banheira, para Juniores e Juvenis, tendo o Ginásio
conquistado sete títulos individuais e de equipas, através de Luís Santos
(Júnior), Pedro Moçamedes, Volodymyr Batyuk, Ana Oliveira, Ana Cavaleiro e
Bruna Nascimento.
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Baixa da
Banheira, Junho de 2007 |
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Em Novembro, na Figueira da Foz,
decorreram os Campeonatos Nacionais individuais absolutos e de equipas, com
a vitória do Ginásio em equipas femininas através de Marina Carvalho, Ana
Oliveira, Ana Cavaleiro e Bruna Nascimento.
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PARTICIPAÇÃO
INTERNACIONAL
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A participação em Torneios internacionais
foi uma constante nos anos 80 e 90, destacando-se Pedro Carvalho, o qual,
para além de ganhar vários torneios – Cullera (Espanha) em 1979 e 80, Burgos
em 1983, Vigo em 1987, Salamanca em 1990 e Gasteiz (Vitória) em 1991- obteve
boas classificações nos Campeonatos da Europa e do Mundo.
Foi 10º nos Europeus de Gasteiz (Vitória) em
1984, 11º nos Mundiais de Estocolmo, em 1985 e novamente 10º em Cardiff
(País de Gales), em 1988.
Nos Campeonatos da Comunidade Europeia,
classificou-se em 7º em 1988 (Estrasburgo) e em 1989 (Luxemburgo).
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Pedro Carvalho com a
Bandeira Nacional, no desfile dos Europeus de Vitória – 1984 |
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O
mesmo atleta em actuação nos Mundiais de Estocolmo – 1985 |
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Já na categoria de Masters, Pedro Carvalho obteve em 2004 as duas grandes
vitórias que evocámos no início desta página dedicada à modalidade: Campeão
da Europa em Kolobrzeg (Polónia), e do Mundo em Baden (Viena de Áustria),
sagrando-se simultaneamente tri-recordista mundial.
No mesmo ano, o seu irmão Adalberto Carvalho, principal dirigente e
treinador da Secção há mais de três décadas, foi 7º classificado no
Campeonato da Europa de Masters. |
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